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Rafael Sousa candidato à Câmara da Ribeira Brava

Acredito que posso ser Presidente Rafael Sousa assume pelo terceiro mandato consecutivo uma candidatura pelo CDS/PP à Câmara da Ribeira (...)

21/02/2017

Acredito que posso ser Presidente

Rafael Sousa assume pelo terceiro mandato consecutivo uma candidatura pelo CDS/PP à Câmara da Ribeira Brava. Será o último se não conseguir chegar a presidente, anúncia. Além de um sinal de impotência é uma garantia de que não está “preso ao lugar”, diz. Ao longo deste tempo garante que ter feito de tudo para melhorar a vida dos ribeira-bravenses. O Cartão do Idoso, o IMI Familiar e medidas de apoio ao emprego foram iniciativas com cunho pessoal do centrista e que foram viabilizadas pela maioria.

Num momento em que os social-democratas vivem dias conturbados, o centrista admite que só depois das eleições é que pensará em eventuais acordos num caso do PSD-M perder a maioria, e garante que nunca falou com Ricardo Nascimento para negociar uma entrada do social-democrata na sua lista.

Depois de ser eleito vereador em dois mandatos, o que é que o motiva nesta sua recandidatura? Motiva-me o gosto de ajudar as pessoas, de contribuir para o desenvolvimento do concelho apresentando propostas de cariz centrista popular.

Tem conseguido viabilizar essas propostas estando na oposição? Sim. Entre 2015/16 apresentamos cerca de 35 iniciativas, 90% das quais foram aprovadas, a sua grande maioria aprovadas por unanimidade, o que revela bem a qualidade e assertividade do nosso trabalho. É uma média de uma proposta por mês onde tentamos apresentar uma solução para um problema. Isto é fazer trabalho de casa, é estar atento à população.

Como conseguiu ter esse êxito todo? Há um cuidado e uma fase preparatória em apresentar as nossas propostas que visam colmatar aquilo que o PSD ainda não conseguiu executar ou não ter essa sensibilidade que nós temos tido.

O que está a dizer é que existiu uma negociação prévia com o PSD? Não. Nunca houve uma negociação.

Mas depois da perda da maioria do PSD-M na Assembleia foi preciso estabelecer consensos… Quando se aprovou o Cartão do Idoso, o IMI familiar ou medidas de apoio ao emprego, não houve negociação prévia. Nem mesmo quando os dois deputados passaram a independentes. Estabelecemos dentro da nossa concelhia que zelamos pelos interesses e bem-estar dos ribeira-bravenses. Acho que temos conseguido esse trabalho.

Essas três propostas foram da autoria do CDS/PP? Sim. Foram aprovadas na Câmara e na Assembleia Municipal por unanimidade.

Fala-se que nestes últimos dias existiram reuniões entre Ricardo Nascimento com elementos do CDS/PP… (Risos) Não houve contactos de compromisso com o PSD-M. Nem mesmo para vir para a lista do CDS/PP.

Passa-lhe pela cabeça receber apoio de militantes do PSD-Ribeira Brava que estão insatisfeitos? Não pensei nisso, sequer. Posso garantir que nunca chegamos a falar nas nossas reuniões de Comissão Política ou entre os deputados municipais. Já ouvimos esse boato de que poderíamos ganhar apoios de gente descontente do PSD local, mas na nossa casa, garanto-lhe que dormimos descansados.

Era mais fácil ou mais difícil ter Ricardo Nascimento como adversário? (risos) Não encaro o adversário do PSD-M a quem se deve derrotar. Partimos todos em pé de igualdade.

Caso não vença e caso seja preciso garantir uma maioria está disponível para acordos pós eleições autárquicas? Temos a noção do trabalho efectuado. Não exigimos retribuição porque essa é nossa função, mas atendendo à qualidade que do nosso mandato esperamos uma maior expressividade de votação. Ficamos a menos de 50 votos de eleger o nosso segundo vereador conquistando-o ao PSD-M. Agora estamos neste contexto político…

Mais favorável ao CDS/PP? Poderá ser mais favorável. Mas dependerá da vontade dos eleitores.

Voltando atrás, aos acordos pós eleições… Não pensamos nisso ainda. Mas tudo é possível.

A sua campanha far-se-á em que moldes? Faltam ainda alguns meses para avançarmos para a campanha eleitora. Vamos tentar ser mais assertivos possíveis. Vamos dar a conhecer o nosso trabalho nestes últimos anos. Não nos interessa fazer acusações ao PSD local ou ao PS. As pessoas estão fartas de ouvir esse tipo de discurso de maledicência. Querem políticos que apresentem soluções para os seus problemas.

Deixe-me fazer de advogado do ‘diabo’. Perdeu duas eleições: não seria melhor dar lugar a outro elemento? Este será o meu último mandato à Câmara. Está decidido internamente, na Comissão Política concelhia.

Parece-me mais uma imposição interna… Não é. É por vontade própria. 12 anos serão suficientes.

Quais são as suas principais propostas para a Ribeira Brava? O nosso programa eleitoral contemplará todas aquelas que foram aprovadas. Queremos que elas continuem a fazer parte do nosso manifesto…

Mas essas já estão aprovadas. Não tem novas? Não é o momento de falar delas.

Não? Não.

É estratégia estar esconde-las? Pode ser…

Ser um único vereador da oposição é uma luta inconsequente? Não. O CDS/PP sente-se frustrado não é por ter um único vereador mas pelo facto da população não beneficiar das nossas propostas, daí que vamos apostar nesses conteúdos no nosso manifesto.

Ou seja, não desistem enquanto não forem aprovadas… Isso mesmo.

Porquê? Porque julgamos que são mais-valias para a população. Veja o Cartão do Idoso, o IMI familiar.

Acredita que chegará a presidente? Acredito que posso ser presidente.

É o chamado ou vai ou racha? Quase.

Porque os seus adversários estão mais fracos ou divididos? Fala-se muito na divisão no PSD-M, e a verdade é que estão, mas isso ver-se-á na contagem dos votos.

Fonte: DN Madeira

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