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Isabel Torres

Vice-Presidente da ALRAM
Deputada à Assembleia Legislativa da Madeira

Doutorada em Bioquímica, Isabel Torres é actualmente presidente do Conselho de Administração do Centro de Ciência e Tecnologia da Madeira (CITMA), vice-presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, deputada do CDS-PP e Vogal da Comissão Política Nacional do CDS/PP.

Quase todos os homens são capazes de superar a adversidade, mas, se se quiser pôr à prova o caráter de um homem, dê-se-lhe poder. – Abraham Lincoln

Nota Biográfica

Nasceu no Funchal, em 11 de Julho de 1953.
Estudou no Colégio Princesa D. Amélia (1959-1963) e no Liceu Jaime Moniz onde concluiu o 3º ciclo da alínea F, com 15 valores (1973). Licenciada pela Faculdade de Farmácia da Universidade Clássica de Lisboa (1973-1978), com 15 valores. Doutorada em Bioquímica, pela Universidade da Madeira (2000), aprovada por unanimidade, com distinção e louvor.
Foi Técnica Superior de Laboratório do Quadro do Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide (1980-1986). Foi docente na Universidade da Madeira (1990-2011), onde foi Professora Associada com nomeação definitiva.
Foi Vice-Reitora da Universidade da Madeira (2001-2006) e Coordenadora Geral da área da Saúde (2001-2011). Foi Presidente do Conselho de Administração do Centro de Investigação e Tecnologia da Madeira - CITMA (2002-2013) e membro do Conselho Superior de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Foi Mandatária na Região Autónoma da Madeira do Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva, nas Eleições Presidências de 2006 e Membro da sua Comissão de Honra em 2011. Foi Vice-Presidente do CDS-PP Madeira (2012-2015) e membro da Comissão Política Nacional do CDS-PP (2014-2016).
É Vice-Presidente da Assembleia Legislativa da Madeira e Deputada do CDS-PP desde 2011.

Mensagem aos Cidadãos

O Populismo à direita e à esquerda tem vindo a ganhar o seu espaço. A sua definição e conceptualização não são simples, mas Cas Mudde, professor da Universidade da Georgia, nos EUA, formulou uma definição consensual, baseada numa cisão social e moral: “ O populismo considera que a sociedade está fundamentalmente separada em dois grupos homogéneos e antagónicos, ´a população pura´ e a ´elite corrupta´. Assustador, digo eu!
É, inegável que, a confiança nos políticos e nos Partidos está ferida de forma sistémica. A crise das dívidas soberanas, os programas de ajuda financeira duríssimos aplicados a países com economias muito frágeis, tiveram repercussões e deixaram feridas profundas. Igualmente, a falta de liderança em contexto europeu e internacional , os fenómenos sociais e culturais com manifestações assustadoramente fundamentalistas, muitos associados à globalização e a movimentos migratórios, foram e são os catalizadores de movimentos polpulistas, nacionalistas e extremistas com candidatos carismáticos em que os eleitores se revêem.
Este ano haverá eleições em França, na Áustria e na Holanda, com candidatos populistas e nacionalistas muito bem posicionados para vencer as eleições. Aguardemos os resultados, mas não nos deixam tranquilos.