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Mário Pereira

Vice-Presidente do CDS/PP – Madeira
Deputado na Assembleia Regional da Madeira

Licenciado em Medicina, foi internato no Hospital de Santo António, fellowship em Northwestern Abbott Hospital, e coordenador da Unidade de Coluna no Hospital Dr. Nélio Mendonça. Mário Pereira é actualmente médico, docente, mesa do Congresso do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), vice-presidente do CDS-PP Madeira e deputado na Assembleia Regional.

“O que é pena é que neste areal da vida não haja nem tolerância nem humildade para respeitar o norte que o vizinho escolheu”. Miguel Torga.

Nota Biográfica

Mário Pereira. Nascido em 1969, casado e pai de três filhos.
Licenciado em Medicina pela Universidade do Porto em 1994 com 15 valores.
Internato geral no Hospital de Santo António e internato de Ortopedia, de 1996 a 2001.
Fellowship em Cirurgia de Coluna, Northwestern Abbott Hospital, Minneapolis, Estados Unidos.
É médico do quadro do Hospital Dr. Nélio Mendonça com categoria de Assistente Graduado e Grau de Consultor pela OM e foi Coordenador da Unidade de Coluna entre 2003 e 2011.
Certificação Europeia EuroSpine e membro das Sociedades SPOT SPPCV.
Docente da Escola de Enfermagem São José Cluny e foi coordenador da campanha nacional “Olhe pelas suas costas”.
Foi Secretário Regional do Sindicato Independente do Médicos até 2012.
Foi eleito deputado à ALRAM com mandato até 2019; Vice-Presidente do CDS/PP Madeira e Presidente da Comissão Parlamentar de Saúde e Assuntos Sociais.
Underdegree em Physics – AST pela University College of London desde 2016.

Mensagem aos Cidadãos

Há alturas na nossa vida que não podemos ficar indiferentes. Em que não queremos percorrer caminhos que não queremos trilhar. Comigo, esse momento surgiu com a degradação do nosso serviço regional de saúde, quando vi muitos dos melhores profissionais a abandonar os hospitais e centros de saúde da Madeira, abandonando desanimados carreiras profissionais bem-sucedidas, quando vi carências que implicavam menos qualidade e segurança, quando vi ser o projecto do novo hospital ser abandonado. Aceitei o desafio de lutar por melhores cuidados de saúde, usando os melhores exemplos e experiências do país. Aceitei participar na vida política numa altura em que o “jardinismo” não aceitava vozes dissonantes mas da dificuldade vem a virtude e a coragem. Aceitei sem nunca renunciar o que sou, médico, motivado e empenhado em aprender mais e fazer coisas novas e melhores. Obrigado a todos o que me apoiaram nem ninha, nossa, viagem de participação cívica.